quarta-feira, 24 de julho de 2013

VOCÊ SABIA DISTO?...

VOCÊ SABIA DESTA PESQUISA?...

Recentemente li uma pesquisa feita nos Estados Unidos sobre a influência que o nosso estado de Espírito individual tem sobre as outras pessoas, tanto à nossa volta como num círculo mais abrangente.


A pesquisa sobre os FACTORES INCONSCIENTES que determinam o COMPORTAMENTO HUMANO foi conduzida durante 29 anos, e mais tarde documentada em livro (The Eye of the I) pelo Dr.David Hawkins e demonstra o seguinte:

> Uma pessoa que VIVA e vibre na energia do OPTIMISMO e do NÃO-JULGAMENTO equilibra a negatividade de cerca de 90.000 indivíduos que vivam em frequências vibratórias debilitantes e de baixa densidade.

>  Uma pessoa que VIVA e vibre na energia do AMOR e da reverência e RESPEITO PELA VIDA, CONSEGUE EQUILIBRAR a negatividade de cerca de 750.000 pessoas que vivam submersas pelo ódio, vingança e má fé.


Agora pense:

Como apenas um PENSAMENTO agregado a um ou mais SENTIMENTOS de PAZ  e desejo genuíno de HARMONIA, podem mudar o ambiente em que VIVE e TRABALHA...

Sugestões:
Tome consciência de que todas as pessoas com quem se cruza ou com quem VIVE têm algo a dar-lhe para que possa evoluir, e você a elas

Deixe de fazer julgamentos (sobretudo precipitados) e imagine-se a trocar de papéis com a(s) ou pessoa(s) que está a julgar, criticar ou a fazer juízos de valor.

Dê-se a si mesmo a OPORTUNIDADE de se apreciar e VALORIZAR apenas como PESSOA que já é.

E HOJE, experimente ver o Mundo com os olhos da INOCÊNCIA!... Talvez a Vida lhe reserve uma bela SURPRESA!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

VOCÊ TEM VERGONHA DE ADMITIR QUE REZA?...

É uma coisa que constato quase todos os dias: A maior parte das pessoas que se me dirigem em terapia tem constrangimento ou vergonha de admitir que reza...



Parece que ter um Deus não é socialmente "in" ou chic....
Parece que admitir que se fala com Deus, orando, é uma atitude de gente supersticiosa...
Parece que é tabu assumir uma crença...

Não precisa de impingir Deus a ninguém,aliás já há deuses que cheguem para o mercado de procura; mas negar (ou renegar) que se crê em Algo que transcende a Ciência, é negar a própria existência consciente.

Lembro-me de há uns tempos atràs, uma conhecida médica endocrinologista, dizia ufanamente numa entrevista num canal de TV: " eu não acredito em Deus, não existe...", e eu pensei: "...como não existe, se tu existes?..."

Eu até entendo que não se acredite num Deus tenebroso, vingativo, caprichoso e que distribui prémios e castigos, como O descrevem os antigos Hebreus; nesse também não creio, mas parece que é dessa figura mitológica que as pessoas fogem, ou dizem que não acreditam...

Este Deus em que Creio, é Aquele que me habita, que não é masculino nem feminino, que está para além do bem e do mal, e que não interfere nas vontades caprichosas do ego Humano.

Apercebo-me que aqueles que aceitam uma Energia Transcendente, que não culpam de todas as suas desgraças nem tentam controlar e manipular oferecendo sacrifícios, esses são mais serenos e felizes, e percebem claramente que Deus se manifesta nas mínimas e imensas coisas dos seus dias, e que para isso basta aceitarem que são Deus...

Deus já não é um acto de Fé! É uma construção e constatação...

Se sente constrangimento ou vergonha de admitir que reza e que tem um Deus, pergunte-se porquê...

Talvez a resposta seja um vazio existencial, ou um medo de infância...
Aprofunde e provávelmente descobrirá...o seu Deus...

Agora conte-me: Você reza?

domingo, 30 de junho de 2013

CULPA OU RESPONSABILIDADE?

                                             CULPA OU RESPONSABILIDADE?

Responsabilidade. Do lat. responsabilitas, de respondere = responder, estar em condições de responder pelos actos praticados, de justificar as razões das próprias acções.  (Dicionário Enciclopédico, Sérgio Biagi Gregório)

O sentimento de culpa é o sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável por si mesmo. A base deste sentimento, do ponto de vista psicanalítico, é a frustração causada pela distância entre o que não fomos e a imagem criada pelo superego daquilo que achamos que deveríamos ter sido.(Wikipédia)


Comecei exactamente por estas duas definições, para ver se finalmente você entende a DIFERENÇA!

A RESPONSABILIDADE é a habilidade para dar resposta a um acto que se pratique, é a capacidade de poder responder pelo que se faz, ou pensa, e refere-se ao PRESENTE ou ao FUTURO,enquanto que a CULPA advém de uma reavaliação de um comportamento, e por isso refere-se ao PASSADO, e completando a interpretação psicanalítica, a CULPA é uma forma que o nosso superego  (o eu idealizado) tem de se sentir sempre em controlo de tudo, até da vida de outros, ou de circunstâncias externas.Quanto mais culpa se sente, mais controlador se é, e é esta falta de humildade do nosso ego que constrói e alimenta culpas.

Vejamos esta história que é tão comum nas sociedades ocidentais e contemporâneas:

Dois adultos pais, não se entendem, não têm nada em comum e passam o tempo em que estão juntos em duelos de gladiadores; como nunca há vencedores, a carga de raiva e frustração recai sobre um dos filhos que tem, digamos 4 anos de idade. A mãe diz para esta criança: “ estás sempre a arranjar problemas e depois o teu pai discute comigo…”,mas depois de passada a ira, à hora do jantar diz:”…já és um homenzinho (ou mulherzinha) e portanto podes comer sozinho(a)…”, deixando ( mais) uma confusão nesta personalidade em formação, como se a criança pensasse assim:” então eu já sou grande, e arranjo sempre problemas, ou já posso fazer coisas sózinho?...”.



Querendo ser sempre aceite e aprovado pelos pais e outros adultos, se esta criança continuar a receber estas informações contraditórias, vai chegar à idade adulta a confundir culpa ( porque sempre sentiu que era obrigatório controlar os acontecimentos ) com responsabilidade, que não a tinha de facto, porque NENHUMA CRIANÇA TEM CAPACIDADE DE DAR RESPOSTA AO CONFLITOS E IMATURIDADES DOS ADULTOS.

Como adultos, só temos mesmo a RESPONSABILIDADE de responder no PRESENTE pelas escolhas que fazemos, ( dentro do que APRENDEMOS ATÉ ESSE MOMENTO e não naquilo que achamos que já devíamos saber…), e quando assumimos RESPONSABILIDADES , ENVOLVEMO-NOS COM OS RESULTADOS.

Deixo estas palavras inspiradoras de W.H.Murray, de maneira a que possa entender melhor esta dinâmica interactiva entre RESPONSABILIDADE- EMPENHO e RESULTADOS:

“Até ao momento em que nos COMPROMETEMOS, hesitamos, temos a oportunidade de voltar atràs, sempre ineficazmente. No que respeita a todos os actos de iniciativa ( e criação), existe uma VERDADE ELEMENTAR, cuja ignorância, aborta incontáveis ideias e planos perfeitos: A VRDADE de que, na altura em que nos comprometemos definitivamente, a providência movimenta-se a nosso favor; há todo um fluxo de acontecimentos que FLUEM de DECISÃO tomada, MOVENDO-SE EM NOSSO FAVOR sob a forma de incidentes imprevistos e felizes, encontros e apoio material, que ninguém teria sonhado acontecer. Mas fez-se necessário DECIDIR e COMPROMETER-SE”

Sejam quais forem as culpas que sente, examine-as e pergunte-se: Eu sabia e podia ter feito diferente?...( não melhor…diferente…).Se podia, PERDOE aquele “eu” que 
cometeu os erros, e RESPONSABILIZE-SE pela sua vida
 AGORA… Se reconhece que NÃO PODIA mesmo, então desapegue-se dessa necessidade de controlar tudo, e
 apenas aja, decidindo ser RESPONSÁVEL , e dar 
respostas à VIDA!


domingo, 23 de junho de 2013

AI DINHEIRO A QUANTO OBRIGAS...

                               AI DINHEIRO, A QUANTOS OBRIGAS…

Não me canso de experimentar mostrar às pessoas, quantas crenças distorcidas existem em relação ao DINHEIRO, e quantos dos RELACIONAMENTOS com o dinheiro são tão desajustados da realidade, isto porque, quer queiramos, quer não, temos uma RELAÇÃO com o dinheiro desde os primórdios da humanidade, desde os tempos venturosos do útero materno.

ENTÃO AQUI VÃO ALGUMAS QUESTÕES PARA INÍCIO DE CONVERSA:


O que é o DINHEIRO?

Para que foi criado?
Como é que a sua família (linhagem materna e paterna) lidava com o DINHEIRO? Falavam e expressavam o quê em relação ao dinheiro?
Como se comportavam quando TINHAM e quando NÃO TINHAM DINHEIRO?
E você?...

Pense em dinheiro e observe o comportamento do seu corpo; o coração acelera? A respiração fica suspensa? Fica com calor ou suores gelados? O estômago encolhe? E por aí adiante…
SÓ DE PENSAR, o CORPO mostra imediatamente as emoções mais superficiais, e os sentimentos mais profundos que existem em si quando se PENSA ou FALA em dinheiro.

As (várias) respostas as estas questões simples, sem grandes aprofundamentos, mostram-lhe o que DE FACTO você experimenta na sua RELAÇÃO com o dinheiro. Será uma relação de amor/ódio, como todas aquelas que se têm por pessoas ou objectos desejados, mas aparentemente inalcançáveis? Você CONFIA que a vida lhe trará sempre o dinheiro que você deseja para TUDO o que há a pagar, comprar, usufruir? Ou TEME permanentemente que lhe falte dinheiro, que se pagar isto, lhe FALTARÁ para aquilo, e por aí adiante?!?

Pense um bocadinho sobre estas questões que lhe coloquei, que eu já volto…
Ah e já agora, deixe o seu comentário, ou faça-o por mensagem privada através da minha página de Facebook:


sexta-feira, 7 de junho de 2013

SE ESTÁ À ESPERA, ESPERE SENTADO...

SE ESPERA QUE OS OUTROS O FAÇAM FELIZ, ENTÃO O MELHOR É SENTAR-SE MESMO...






Aquilo que vou escrever hoje, não é fácil de engolir...

Não é, porque toda a nossa cultura familiar, social e religiosa está impregnada de uma grande mentira: 
TEMOS QUE FAZER OS OUTROS FELIZES, E ELES A NÓS...




Sendo assim, muito cedo na vida, começàmos a esperar que os outros nos fizessem felizes, e que gravitassem à volta do nosso mundo pessoal, como se fossem satélites à volta do Sol.

Isto é verdade quando somos crianças pequenas, irresponsáveis, e despreparadas para vivermos por nós mesmos; o problema instala-se quando PERPETUAMOS esta crença para a adolescência e idade adulta: PROJECTAMOS nas pessoas que connosco vivem e convivem, o amor, a protecção e a obrigação de cuidarem de nós, de nos agradarem e de nos fazerem felizes; e bem, como são humanas, as pessoas falham, não correspondem ao que exigimos delas e depois, vem a cobrança...

Pois tenho uma má notícia para si:

OS OUTROS(sejam eles quem forem) NÃO ESTÃO CÁ PARA O FAZER FELIZ...

Porque têm uma vida própria, missões e objectivos para cumprirem, e compromissos de honra com a própria Alma, e por isso NÃO PROMETERAM viver para contentar ninguém.

SÓ QUANDO SE CUMPRE COM A PROMESSA DA PRÓPRIA FELICIDADE, é que o paradoxo se confirma:

SÓ QUEM É FELIZ, É QUE PODE FAZER OS OUTROS FELIZES...
Nada pode ser arrancado com sacrífício e auto anulação.

OU SE AMA, ou não.Se é por SACRIFÍCIO, então não é por AMOR.

Não confunda as coisas...

Os católicos acreditam que Jesus Cristo morreu numa cruz por sacrifício à humanidade.
Eu não acredito! 

Creio que Ele morreu pela Humanidade por AMOR, e a "doação" que Ele fez do próprio Corpo físico, foi feita com toda a Consciência Suprahumana que Ele tinha.

Quem ama com sacrífício, dá com sacrifício e vive com sacrifício pelos outros, vai sempre COBRAR o que amou,deu ou viveu, porque há sempre aquela parte de nós que se vai sentir mutilada e abandonada, por ter feito algo e não receber nada em troca; em contrapartida quem AMA, DÁ e VIVE por AMOR sem condições nem expectativas, então nem sequer se lembra de esperar pelo retorno, e o mais paradoxal de tudo, é que é exactamente essa pessoa que mais recebe na vida.

Ocorreu-me escrever hoje sobre este tema, porque ouço muitas vezes pais a dizerem aos filhos que se SACRIFICARAM por eles, mulheres a dizerem a maridos, que por causa do casamento, SACRIFICARAM carreiras, funcionários de empresas que dizem que SACRIFICAM as famílias por causa do trabalho, amigos a dizerem que "salvaram" alguém da miséria com SACRIFÍCIO e no meio de tanto SACRIFÍCIO, não sinto nem vislumbro amor, doação ou partilha; estão sempre à espera de receberem reconhecimento...

E dirá você desse lado:"...e então, nem esperar um obrigado...?"
Porquê? Sentiu-se OBRIGADO por alguém, alguma coisa ou queria apenas mostrar-se em condições "superiores"?

Eu sei que isto é duro, mas quanto mais depressa você decidir que faz por AMOR ou por SACRIFÍCIO, mais rápido toma consciência da sua escolha, e aí, dependendo da forma como É NA VIDA, das duas uma:

OU FAZ POR AMOR, e só o facto de SER ou FAZER, já É em si a RECOMPENSA...

OU FAZ POR SACRIFÍCIO, e vais estar sempre FRUSTRADO, porque o que recebe(se é que recebe) nunca vai ser o suficiente para você se sentir RECOMPENSADO...

Então...NÃO ESPERE (nem sentado) e OCUPE-SE A SER FELIZ, à medida daquilo que PODE SER.

Por aqui, EU SOU FELIZ, quando escrevo para si, e me FOCO no que de MELHOR de mim tenho para lhe dar!

Quer comentar?...





segunda-feira, 20 de maio de 2013

A MINHA GRATIDÃO PARA COM TODOS OS PORTUGUESES...

A MINHA GRATIDÃO


Nem imagina a minha cara ao abrir o quadro de estatísticas do Blogger, onde percebi que há PORTUGUESES a lerem-me no Japão, Trinidad e Tobago, Canadá e Sérvia, para além daqueles que me lêem em Portugal.

QUE IMENSA RESPONSABILIDADE...

Quando iniciei esta minha aventura Internáutica de bloggar eu não sabia que podia interagir com tantas pessoas em partes tão distintas deste planeta.
Só tenho que estar grata...

Grata por, apesar de não ser "portuguesa de gema", falar esta língua que é a terceira mais falada no mundo, e por ter algo para dizer a tanta gente.

Há muitos anos atràs, comprometi-me com a Mãe Vida a estar ao serviço daqueles que querem mudar os paradigmas, descobrir novos caminhos, e libertarem-se de mentiras culturais que impregnaram a mente colectiva portuguesa de idiossincrasias absurdas.

Está a valer a pena todo o trabalho e dedicação que tenho votado à Alma Humana.

Bem haja por ter tempo e paciência para ler o que vou escrevendo.

Que a sua jornada por esse mundo fora lhe traga aprendizagem e riqueza no Coração,

Para mim, já trouxe, e continua a trazer cada vez que UM PORTUGUÊS lê estes textos.

Mil Bençãos para PORTUGAL e para todos os PORTUGUESES ou seus descendentes!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

COITADINHO DO "CADINHO" (Avenida BRASIL)


COITADINHO DO CADINHO...

Adoro telenovelas...e tento seguir particularmente uma que está aí: “AVENIDA BRASIL",porque tem perfis psicológicos dignos de “case studies” e onde existe um personagem fabuloso: para duas mulheres ele é o Cadinho (Alexandre Borges), e para outra ele é o Dudu.


A história desta história que envolve três mulheres e respectivos filhos é hilariante.
Depois de saberem todas umas das outras, uma delas - Alexia(Carolina Ferraz)propõe às outras duas, Noémia(Camila Morgado) e Verónica(Débora Bloch)fazerem "um rodízio de marido" dado que todas gostam dele, e ele a todas ama, não conseguindo afastar-se de nenhuma...
Esta historinha traz à superfície colectiva uma questão mais antiga que o Deus me livre: as esposas e as amantes, pois se há uns largos anos atràs, ser amante era uma actividade mal vista mas tolerada, hoje (enfim, há uns tempos) passou-se a ver esta  actividade "amantíssima"como uma coisa em viés nos casamentos; assim as esposas têm que ser "tudo em um": esposas, amigas, mães, trabalhadoras, fantásticas, glamourosas e amantes...Claro que nem há mulher que aguente, nem homem que se conforme, pois tudo tem função.
   Se eu sou a favor da poligamia?
Sou! Até porque o ser humano não é monogâmico, e é uma barbaridade fazer com que as pessoas prometam coisas que não sabem se podem cumprir no futuro, tais como amar sempre da mesma maneira, tolerar personalidades que começam a fazer cair máscaras ao longo do tempo, ou mesmo carregar com fardos que já vêm das respectivas famílias e com que os cônjuges se confrontam e com os quais convivem com um misto de impotência, azedume e em muitas circunstâncias, com hipocrisia, para que um contrato muitas vezes assinado às cegas, possa prolongar-se.
A tarefa de amante sempre foi de aliviar as pressões que conviver com outros adultos traz; as amantes são assim, uma espécie de “férias”.
O peso das tradições hebraico-cristãs é que toldou e distorceu o facto de um homem poder ter várias mulheres (os antigos hebreus tinham várias mulheres, se as pudessem sustentar…).
Mas, vamos lá com calma e discernimento: A minha ideia é que as mulheres também podem ter mais do que um marido, isto é…se aguentarem com tamanho trabalho…
Antevejo que, num futuro próximo, a nossa civilização tenha mesmo que recorrer a este subterfúgio da nossa natureza animal: com o decréscimo assustador da natalidade, e com o nascimento de mais meninas do que meninos, para que a nossa espécie possa sobreviver, teremos mesmo que partilhar companheiros e companheiras, sem a estupidez do sentimento de posse de que se apropria quem se casa.
Portanto, COITADINHO DO CADINHO, que como diz na história, é o mais fiel dos homens porque está a 100% com cada mulher (quando está com ela) e portanto não pensa em outras fantasias, que tem que aturar três TPM´s, agradar a três mulheres, lembrar-se de três aniversários, e fazê-las às três, felizes e contentes…
Adoro mesmo telenovelas!....
E você que me diz a isto?
Ainda está aí a rosnar contra mim (contra este manifesto) ou está a ser inteligente o suficiente para rever a questão com olhos mais sábios?
Deixe aqui o seu precioso comentário…